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Dependências químicas têm tratamento em Alcobaça

Dependências químicas têm tratamento em Alcobaça

22-08-2002

Jornal da Marinha Grande

Desde Abril deste ano que existe em Alcobaça um centro de tratamento de problemas relacionados com droga, alcoolismo, problemas comportamentais ou alimentares. A Instituição, que funciona em colaboração com uma clínica da Marinha Grande, pretende: devolver o amor-próprio do paciente.

A toxicodependência, alcoolismo, problemas comportamentais ou alimentares têm tratamento bem perto da Marinha Grande. Villa Ramadas é um centro de tratamento privado que se propõe prestar um serviço de internamento de indivíduos que padeçam de quaisquer formas de dependências químicas e/ou comportamentais, com apoio psicoterapêutico, sob supervisão médica, com vista à criação de condições para a sua reinserção social. O centro, que funciona em Alcobaça, iniciou a sua actividade em Abril deste ano, mas só será oficialmente inaugurado no próximo dia 14 de Setembro.

Neste centro são admitidos indivíduos maiores de 16 anos que sofram de problemas relacionados com droga, alcoolismo, anorexia, bulimia, processos de luto, depressões ou co-dependência.

Reconhecendo que “não podemos ajudar todas as pessoas”, José Eduardo Ramadas da Silva, director geral e terapêutico admite, no entanto, que o objectivo é”ajudar o paciente a encontrar a cura para si próprio, clarificando-lhe os pensamento e sentimentos”. A terapia aplicada “pretende devolver os objectivos e a motivação há muito perdidos, retirando-lhe toda a carga negativa que trazem”. Por isso, “se se mantiverem dois anos depois da recuperação já consideramos um caso de sucesso”, até porque, “a nossa maior recompensa é ver as pessoas bem”.

Apesar de serem privados “estamos à espera de alguns apoios”, tanto mais que “em cada dez pacientes oferecemos um tratamento gratuito”, explica Ramadas da Silva, pensando nas pessoas com maiores dificuldades.

Tratamento

A partir do momento em que o doente procura o centro, será entrevistado por um médico, que apurará se existe duplo diagnóstico (ex-dependente químico e esquizofrénico, por exemplo), e por um conselheiro. “Só em comum acordo será aprovada a admissão”, adianta o responsável terapêutico. O novo paciente será então internado numa clínica da Marinha Grande, durante aproximadamente sete dias, onde ultrapassará o sindroma da abstinência, período durante o qual será acompanhado por elementos da esquipa terapêutica de Villa Ramadas.

Sujeitos a um regulamento interno “bastante rígido”, o paciente pode permanecer no mínimo dez semanas e o máximo três meses para concluir o tratamento. Ao violar alguma das regras que lhe é imposta no momento da admissão, “o paciente dá a si próprio alta imediata de tratamento”.

Todavia, para os pacientes que terminem o tratamento com sucesso, ser-lhe-á entregue uma medalha da instituição, símbolo de “recompensa pelo esforço despendido durante a recuperação”, considera Ramadas da Silva.

Refira-se ainda que, a instituição presta apoio pós-recuperação, onde os pacientes serão apoiados pelos conselheiros caso tenham alguma recaída.

A Villa Ramadas, situada numa zona privilegiada, com a cidade de Alcobaça e o parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros como pano de fundo, funciona num edifício de 517 m2 e com uma área de jardim de 3000m2 e tem capacidade para 25 pessoas.

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