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19-09-2002

Armanda Balinha, Região de Cister

Projectado para "ajudar as pessoas a lidarem com os sentimentos, a olharem para o passado, para que se libertem dos problemas e possam olhar o futuro de maneira diferente, foi inaugurado o centro de tratamento "Villa Ramadas",na Vestiaria, no passado sábado.

Coube a Maria Barroso, presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, descerrar a placa alusiva à inauguração do novo centro de tratamento, diante do olhar de largas dezenas de convidados, entre os quais Gonçalves Sapinho, presidente da Câmara de Alcobaça, a vereadora Alcina Gonçalves, e muitos pacientes do Centro e familiares.

Vocacionado para a "luta contra as drogas e o álcool", o novo centro começou a funcionar em Abril deste ano. A instituição, privada, tem capacidade para acolher 25 pacientes e foi aprovado pelo Serviço de Prevenção eTratamento da Toxicodependência (SPTT).

Segundo José Eduardo Ramadas da Silva, director geral e terapêutico, o centro "é o culminar de quatro anos de trabalho, realizado em vários centros de Inglaterra", país onde completou as qualificações profissionais de conselheiro. Quanto à cura, refere que "a arte é a terapia da fala e não os medicamentos".

Por isso, na Villa Ramadas só se aceitam doentes que "queiram ser tratados não por imposição mas porque querem realmente". José Eduardo Silva explica que o centro "aposta na qualidade" e a base da estrutura "é a disciplina inglesa".

Uma iniciativa "aplaudida"

Para Maria Barroso, cuja palavra de ordem é "solidariedade", foi "importante a criação deste centro, quer para a região quer para o País". A presidente da Cruz Vermelha considerou aquele um dos "projectos mais interessantes para ajudar os mais fragilizados e ir ao encontro das suas necessidades".

Maria Barroso defendeu que a "solidariedade dá sentido à nossa vida", daí acreditar que "os promotores vão esforçar-se para reintegrar todos os que por aqui passem". Para a presidente da Cruz Vermelha, são "acções destas que nos dão confiança no futuro da sociedade".

Também Gonçalves Sapinho "aplaudiu" a iniciativa, apesar de esclarecer o facto da Câmara ainda não ter delineado qualquer forma de parceria com o Centro. Colocadas "várias hipóteses em cima da mesa", ainda não estão "definidas as orientações concretas" acerca da existência de futuros protocolos.

Até lá, os pacientes que quiserem tratar-se no centro de terapia da Vestiaria terão que desembolsar "um valor bastante elevado", sendo 40 por cento do valor global dedutível no IRS.

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